Representante histórica das pessoas cegas, Dorina Nowill, é homenageada no Carnaval de São Paulo
“Acreditamos que esta é a chave para a paz”, diz Ruffinn, carnavalesco responsável por todo o planejamento e confecção da ala Justiça Social, que nesta parte do enredo presta homenagem à fundadora da entidade que leva seu nome e distribui livros em braile para diversas escolas do País, contribuindo para a educação de milhares de deficientes visuais.
Falecida no ano de 2010, Dona Dorina é um dos maiores nomes representativos da pessoa cega do Brasil e exterior, e sua história de vida se confunde com a história de inclusão de milhares de pessoas cegas e com baixa visão.
